TEORICA: A finalidade do curso e sua perspectiva futura. A Floresta Atlântica e sua diversidade. Um pouco de história: a importância da produção de sementes florestais. A criação das Redes de Sementes o seu papel. Tipos de parcerias. Visão de mercado: diferentes usos da semente. Demanda por sementes e mudas de espécies florestais na região sudeste. Diversidade de espécies em viveiros da região sudeste. O uso da semente no artesanato: um mercado em expansão. Espécies mais visadas.
TEORICA: Lei no 5106 de 1966 (Incentivos fiscais no setor de reflorestamento); O que diz o SNUC (Lei no 9985/00), Código Florestal (Lei no 4771/65) quanto à colheita de sementes; Lei no 6507 de 1977 (Produção, comércio e fiscalização de sementes agrícolas); A contribuição das Redes no estabelecimento de parâmetros técnicos, diagnóstico do setor e na definição de políticas públicas; As propostas para regulamentação e normatização do setor de sementes florestais das Redes de Sementes; Lei nº 10.711/ 2003 e o Decreto nº 5.153/2004 de regulamentação do setor; As publicações mais importantes do setor;
TEÓRICA: Uso da semente (para que colher), seleção de espécies (o que colher), seleção de matrizes e populações (como colher), seleção de locais (onde colher); função da marcação de matrizes; o que são árvores matrizes; marcação de matrizes para produção de madeira e para recuperação de áreas degradadas; diferentes componentes da biodiversidade; noções de estrutura genética de populações e a colheita de sementes florestais; síndromes de polinização e dispersão; a escolha do método de colheita de acordo com o tipo de polinizador e dispersor da espécie (polinizadores e dispersores a curta distância e a longa distância); métodos utilizados para avaliação das árvores-matrizes.
PRÁTICA: Formação de grupos. PARTE 1: Os grupos recebem cada um conjunto de flores e frutos os quais pelas características eles devem definir o potencial polinizador (flores) e dispersores (frutos). PARTE 2- No campo, é feita uma pequena explanação do uso de GPS e da ficha de marcação de matrizes. Cada grupo caminha pelo Jardim Botânico para marcação de árvores matrizes de diferentes espécies com o uso de ficha de avaliação de matrizes e GPS. É feita uma explanação sobre diferentes usos das espécies mais comuns e de interesse da região e aprendizado de acompanhamento fenológico com base nas bibliografias apresentadas e no campo.
PRÁTICA: Os participantes serão divididos em dois grupos que participarão simultanemante de duas atividades; GRUPO 1- Demonstração de uso de equipamentos- Os equipamentos serão inicialmente demonstrados aos participantes. Será abordada a questão de segurança, com demonstrações de equipamentos, cuidados e técnicas. O uso do equipamento será iniciado treinando-se nós de segurança e técnicas de conservação e manejo dos equipamentos, além de formas alternativas para sua construção. Ao final cada participante será estimulado a dar seu parecer sobre cada equipamento, considerando vários quesitos como praticidade de montagem, segurança, peso, volume entre outros, justificando o seu voto. Será discutida a eficiência e vantagens e desvantagens de cada um, possibilidades de adaptação, tipos de uso, custos de cada um dos materiais utilizados.
TEÓRICA: Apresentação da aula teórica com conceitos e técnicas de manejo de sementes florestais, abrangendo os temas sobre técnicas adequadas de colheita, extração, beneficiamento, qualidade física e fisiológica e armazenamento. Conteúdo da aula: etapas do manejo de sementes; definição de extração, beneficiamento, secagem e armazenamento; os três tipos básicos de frutos (carnosos, secos deiscentes e secos indeiscentes); dormência em sementes: conceitos e causas; a importância da secagem; métodos para secagem; fatores que influenciam a secagem; tipos de secagem quanto a secagem e ao armazenamento (ortodoxas e recalcitrantes); a escolha do método de manejo de acordo com o tipo da semente e do fruto; secagem natural e artificial; função do armazenamento; tipos de ambientes de armazenamento, temperatura e umidade encontradas.
PRÁTICA: Etapas do manejo de sementes; definição de extração, beneficiamento, secagem e armazenamento; os três tipos básicos de frutos (carnosos, secos deiscentes e secos indeiscentes); dormência em sementes: conceitos e causas; a importância da secagem; métodos para secagem; fatores que influenciam a secagem; tipos de secagem quanto a secagem e ao armazenamento (ortodoxas e recalcitrantes); a escolha do método de manejo de acordo com o tipo da semente e do fruto; secagem natural e artificial; função do armazenamento; tipos de ambientes de armazenamento, temperatura e umidade encontradas; Recomendações para produção de mudas para cada espécie apresentada.
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